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Chez Ani
» 27/9/2008
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Rio de Janeiro, cidade litorânea, clima tropical. Sol, chuva, vento, brisa, mormaço, areia, pedras e mais pedras compõem seu visual eletrizante ao primeiro instante do...
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Carla Borges
» 12/8/2008
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Querida amiga,
Posso te chamar apenas de R.? Sei lá, essa história de ter apenas um nome nos transforma em seres iguais todo santo dia, não literalmente, claro. Mas as pessoas...
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Matilda.
» 21/7/2008
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É estranho pensar que existe aí pelo mundo alguma (s) pessoa (s) capaz (es) de amar até o meu esmalte descascado . O maldito resto preto, vermelho e também o formado pelas...
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yaya
» 11/6/2008
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Apenas fui escrevendo o que me veio a mente... confesso que não planejei...Interprete ao seu modo, se quiser registre-o se não guarde para ti. Mas lembre-se que nunca lemos duas vezes a mesma coisa.
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nonstop
» 6/10/2005
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Era uma vez, uma cabana bem pobre feita de troncos de Árvores, no meio de uma floresta, onde moravam um lenhador, sua segunda esposa e seus dois filhos. O garoto chamava-se João Maria e a menina, Maria João. E eram bissexuais.
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cellus*
» 27/9/2005
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O palco de “Amor Estranho Amor” é um lupanar de luxo na São Paulo dos estertores do golpe do Estado Novo, em Novembro de 1937. Vera Fischer, de fato uma deusa, é retratada como uma verdadeira diva pelas lentes de Khouri...
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